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Notinhas carnavalescas
Saulo, da Banda Eva, deveria ganhar o título de Mister Respeito Queer.
Parangolé, como previ, é a sensação do povão. Arrastou mais gente do que Ivete, a periguete do coxão de fora.
Noite foi óóóóóótima, com chuva, suor e cerveja (muitas delas compradas nos meninos do isopor de Paripe, baianíssimos, daquele meu conceito de baianidade, sacam?)
Estou me segurando, mas não vou falar da mascarada, ok? Como falei que o bloco tava morto, me lembrei de uma citação de Baudrillard, que vou editar e adaptar aqui: "... quando se fala do fim (...) nada disso é verdade. O pior é que não haverá fim de nada e tudo isso continuará a desenrolar-se (...), como as unhas e o cabelo, que continua a crescer depois da morte".
Escrito
por
Leandro
às
12h25
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Notinhas (pré) carnavalescas
Continuando um post anterior sobre declarações que fazem diferença. Saiu no Mix Brasil, sobre Daniela Mercury: “Questionada sobre os boatos sobre um possível relacionamento com uma mulher que viveria em Nova York, declarou que não fala sobre sua vida pessoal e citou a letra da música ‘Paula e Bebeto’ de Milton Nascimento, cuja letra diz "qualquer maneira de amor vale a pena". Acrescentou ainda que “Amor não tem gênero nem limitações” e que “temos que pensar no ser humano independentemente dos cárceres que a cultura impõe para os sexos. Não tenho nenhum preconceito nem incômodo com relação a isso.” Ela também disse ser a favor na união civil entre pessoas do mesmo sexo.
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Ontem à tarde, outro pequeno texto me chamou a atenção. Nos tapumes instalados na frente do prédio onde mora Ivete Sangalo (a que fatura cerca de 300 mil reais por show, logo deve embolsar quase 1 milhão neste Carnaval), uma frase dizia: “Carnaval sem cordas, cultura coletiva”. Precisa dizer mais alguma coisa?
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Pois este poderia ser o slogan do Soberano. Para quem não é de Salvador, ou é e não conhece a cidade onde mora (tá cheio de gente assim, tenho dúzias de alunos e alunas assim), o bloco Soberano (ou seria Sóberano?) é aquele bloco que fica “só berano nas cordas”. Só não sai neste bloco quem tem horror a pobre e a povo.
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Li no Farofa Digital que a dona da Off pensa em lançar um bloco GLS com Márcia Freire. Acho uma ótima idéia. Uma pá de cal na mascarada. Aliás, nem vou mais falar em mascarada. Meu pai ensinou: “não se bate em cachorro morto”.
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Agora chega de papo. Quero é festa, sem chuva!!! Senão, fico em casa.
Escrito
por
Leandro
às
11h15
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Lindo, lindo, lindo, lindo...
Desde sábado, depois de assistir ao show em homenagem a Mãe Menininha do Gantois, penso em escrever um texto sobre. Mas não consigo encontrar uma forma de fazê-lo. Hoje, depois de assistir a um vídeo com um trecho do espetáculo, a vontade bateu de novo. Mas o texto ainda não sai, sem eu saber porque. Após ver o vídeo, apenas uma certeza: eu sou mais feliz por ter assistido a este show. Sem dúvida, foram momentos muito emocionantes. Um dia ainda descubro a razão disso tudo. Assistam o vídeo, realizado pelo meu amigo de blog Djaman, do Sigo adiante, no endereço http://www.youtube.com/watch?v=A56PYno7csU
Axé!!
Escrito
por
Leandro
às
10h35
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